segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Resenha do Juri Simulado 2011

Júri Simulado do 1ºD - 2011

sexta-feira, 3 de junho de 2011

  E.E.Adventor Divino de Almeida
  Campo Grande,03 de junho de 2011
Profª Vanja
Aluna: Evelyn nº12
 
        Campo Grande e suas histórias.
Em Campo Grande está acontecendo várias transformações construções de casas,prédios...e até o maior aquário de água doce do mundo.
  E também estão tentando ajudar a natureza plantando árvores para o futuro e sabia que existe em Campo Grande uma árvore que acompanhou o crescimento da cidade e tem mais ou menos a idade dela.
 A cidade foi planejada em meio a uma vasta área verde, com ruas e avenidas largas.E ainda nos dias de hoje, a ciade demosntra relação com a cultura indígena e suas raízes históricas. Por causa da cor de sua terra (roxa ou vermelha), recebeu a alcunha de Cidade Morena. A cidade está localizada em uma região de planalto, em que é possível ver os limites da linha do horizonte ao fundo de qualquer paisagem.O aquífero Guarani passa por baixo da cidade.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Adjuntos Adverbiais - 1º D ( Resolução da atividade da profª Clair )

1) O que é locução adverbial?
R.: são conjuntos de duas ou mais palavras que possuem juntas, valor de advérbio.

2) Que função exerce na oração a locução adverbial?
R.:
Advérbio são palavras que modificam um verbo ou um adjetivo ou um outro advérbio. Nunca modificam um substantivo.

3) Substitua a locução adverbial por um advérbio correspondente:

a) Com certeza ele virá. ( Certamente ela virá )
b) Sorriu com malícia. ( Sorriu maliciosamente )
c) Saiu com pressa. ( Saiu depressamente )
d) Faz tudo com prazer. ( Faz tudo Prazerosamente )
e) Morreu de repente. ( Morreu rapidamente )

4) Complete as orações com as locuções adverbiais convenientes:

a) Recordo, , bons momentos da infância. ( saudades)
b) Chovia , e não saímos de casa. ( a noite )
c) Amanhã, , não sairei de casa.( às pressas )
d) O professor saiu . ( às pressas )
e) A população brasileira está concentrada ( nas cidades ).
f) Júlio Verne previu, , a descida do homem na Lua.( a cântaros )

g) Caminha pelas ruas da cidade. ( nas cidades )



* * * passo a passo, a cântaros, com saudade, às pressas, nas cidades, à noite, no século XIX

5) Sublinhe e classifique os adjuntos adverbiais das seguintes orações:

a) Os alunos fizeram a tarefa com atenção.
b) Em dezembro Marcelo terminará a faculdade.
c) A criança foi internada por causa da febre alta.
d) As jóias foram encontradas no fundo de uma gaveta.
e) Anete caminhava tranquilamente com seu namorado.
f)O presidente encontrou-se com o Papa na Itália.
g) Atrás da oficina, a polícia encontrou vários carros desmontados.
h) Os pobres animais do circo tremiam de frio e de fome.
i) Os patins deslizavam com suavidade .
j) O juiz analisou, cuidadosamente, a situação do acusado.
l) Na próxima semana chegará uma preciosa encomenda
m) Aqui ninguém pode praticar tiro ao alvo.
n) Carlos encontrou seu irmão no centro da cidade, na tarde de ontem.
o) As garças foram vistas voando livremente sobre o rio Araguaia.
p) No inverno, muitos pássaros migram para o sul.

6) Reescreva as orações, inserindo um adjunto adverbial escolhido entre aqueles no final do exercício:

a) Vou passar o feriado de 7 de setembro com minha família.
b) Robson fez toda a sua lição.
c) Daniela discutiu com seu marido.
d) A inspetora de alunos flagrou os alunos fumando.
e) Os quatro atletas foram punidos.
f) Marquinhos foi promovido a gerente.
g) Uma vendedora ambulante foi atropelada.
h) Tempestades de neve castigaram o norte dos Estados Unidos.

Aposto e Vocativo - Resolução da atividade da profª Clair

Exercícios1-
Sublinhe o aposto:

a)Alexandre, rei da Macedônia, morreu aos 33 anos.
b)O almirante Pedro Álvares Cabral descobriu o Brasil.
c)D. Pedro, príncipe regente, fez a Independência.
d)Os grupos venceram Xerxes, rei dos Persas.
e)O imperador D.Pedro I partiu para Portugal.
f)Camões, o épico dos Lusíadas, escreveu também poemas líricos.
g)Comprei esta camisa na rua Buenos Aires.
h)Renato, primo de meu colega, passou no vestibular.
i)Meu tio Alberto lecionar a muitos anos.
j)Gostei do romance Quincas Borba.

2-Sublinhe o vocativo:
a)Paulo, toma a sopa.
b)Aonde iremos agora, papai?
c)Mamãe, quero falar com a senhora.
d)Bom dia, amigo.
e)João, aonde vai?
f)Minha senhora, chamaram-na ao telefone.
g)Ó homem de pouca fé, porque duvidaste?
h)Professora, amanhã teremos aula?
i)Poeta, canta as glórias da sua pátria.
j)Quantos anos tens, rapaz?

segunda-feira, 14 de março de 2011

Variações linguísticas

Escola Estadual Adventor Divino de Almeida
Campo Grande,14 de Março de 2011.
Prof ª: Clair
Aluna:Evelyn   Nº:12
Componente Curricular: Língua Portuguesa

O modo de falar do brasileiro

Alfredina Nery*
Especial para a Página 3 Pedagogia & Comunicação
Toda língua possui variações linguísticas. Elas podem ser entendidas por meio de sua história no tempo (variação histórica) e no espaço (variação regional). As variações linguísticas podem ser compreendidas a partir de três diferentes fenômenos.
1) Em sociedades complexas convivem variedades linguísticas diferentes, usadas por diferentes grupos sociais, com diferentes acessos à educação formal; note que as diferenças tendem a ser maiores na língua falada que na língua escrita;
2) Pessoas de mesmo grupo social expressam-se com falas diferentes de acordo com as diferentes situações de uso, sejam situações formais, informais ou de outro tipo;
3) Há falares específicos para grupos específicos, como profissionais de uma mesma área (médicos, policiais, profissionais de informática, metalúrgicos, alfaiates, por exemplo), jovens, grupos marginalizados e outros. São as gírias e jargões.
Assim, além do português padrão, há outras variedades de usos da língua cujos traços mais comuns podem ser evidenciados abaixo.
Uso de “r” pelo “l” em final de sílaba e nos grupos consonantais: pranta/planta; broco/bloco.
Alternância de “lh” e “i”: muié/mulher; véio/velho.
Tendência a tornar paroxítonas as palavras proparoxítonas: arve/árvore; figo/fígado.
Redução dos ditongos: caxa/caixa; pexe/peixe.
Simplificação da concordância: as menina/as meninas.
Ausência de concordância verbal quando o sujeito vem depois do verbo: “Chegou” duas moças.
Uso do pronome pessoal tônico em função de objeto (e não só de sujeito): Nós pegamos “ele” na hora.
Assimilação do “ndo” em “no”( falano/falando) ou do “mb” em “m” (tamém/também).
Desnasalização das vogais postônicas: home/homem.
Redução do “e” ou “o” átonos: ovu/ovo; bebi/bebe.
Redução do “r” do infinitivo ou de substantivos em “or”: amá/amar; amô/amor.
Simplificação da conjugação verbal: eu amo, você ama, nós ama, eles ama.

sábado, 5 de março de 2011

Bullying

Escola Estadual Adventor Divino de Almeida

Campo Grande,03 de Fevereiro de 2011.

Profª: Alessandra

Aluna: Evelyn Nunes         Nº: 12

Componente Curricular: Inglês

Série: 1ºD              Turno: Vespertino


Bullying é um termo em inglês utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo (bully - «tiranete» ou «valentão») ou grupo de indivíduos com o objetivo de intimidar ou agredir outro indivíduo (ou grupo de indivíduos) incapaz(es) de se defender. Também existem as vítimas/agressoras, ou autores/alvos, que em determinados momentos cometem agressões, porém também são vítimas de bullying pela turma.
No uso coloquial "acossamento", ou entre falantes de língua inglesabullying é frequentemente usado para descrever uma forma de assédio interpretado por alguém que está, de alguma forma, em condições de exercer o seu poder sobre alguém ou sobre um grupo mais fraco. O cientista sueco - que trabalhou por muito tempo em Bergen (Noruega) - Dan Olweus define bullying em três termos essenciais:
  1. o comportamento é agressivo e negativo;
  2. o comportamento é executado repetidamente;
  3. o comportamento ocorre num relacionamento onde há um desequilíbrio de poder entre as partes envolvidas: 

bullying divide-se em duas categorias:
  1. bullying direto;
  2. bullying indireto, também conhecido como agressão social
bullying direto é a forma mais comum entre os agressores (bullies) masculinos. A agressão social ou bullying indireto é a forma mais comum em bullies do sexo feminino e crianças pequenas, e é caracterizada por forçar a vítima ao isolamento social. Este isolamento é obtido através de uma vasta variedade de técnicas, que incluem:
  • espalhar comentários;
  • recusa em se socializar com a vítima
  • intimidar outras pessoas que desejam se socializar com a vítima
  • ridicularizar o modo de vestir ou outros aspectos socialmente significativos (incluindo a etnia da vítima, religião, incapacidades etc).
bullying pode ocorrer em situações envolvendo a escola ou faculdade/universidade, o local de trabalho, os vizinhos e até mesmo países. Qualquer que seja a situação, a estrutura de poder é tipicamente evidente entre o agressor (bully) e a vítima. Para aqueles fora do relacionamento, parece que o poder do agressor depende somente da percepção da vítima, que parece estar a maisintimidada para oferecer alguma resistência. Todavia, a vítima geralmente tem motivos para temer o agressor, devido às ameaças ou concretizações de violência física/sexual, ou perda dos meios de subsistência.


Tipos de bullying

Os bullies usam principalmente uma combinação de intimidação e humilhação para atormentar os outros. Abaixo, alguns exemplos das técnicas de bullying:
  • Insultar a vítima; acusar sistematicamente a vítima de não servir para nada.
  • Ataques físicos repetidos contra uma pessoa, seja contra o corpo dela ou propriedade.
  • Interferir com a propriedade pessoal de uma pessoa, livros ou material escolar, roupas, etc, danificando-os.
  • Espalhar rumores negativos sobre a vítima.
  • Depreciar a vítima sem qualquer motivo.
  • Fazer com que a vítima faça o que ela não quer, ameaçando a vítima para seguir as ordens.
  • Colocar a vítima em situação problemática com alguém (geralmente, uma autoridade), ou conseguir uma ação disciplinar contra a vítima, por algo que ela não cometeu ou que foi exagerado pelobully.
  • Fazer comentários depreciativos sobre a família de uma pessoa (particularmente a mãe), sobre o local de moradia de alguém, aparência pessoal, orientação sexualreligiãoetnia, nível de renda,nacionalidade ou qualquer outra inferioridade depreendida da qual o bully tenha tomado ciência.
  • Isolamento social da vítima.
  • Usar as tecnologias de informação para praticar o cyberbullying (criar páginas falsas sobre a vítima em sites de relacionamento, de publicação de fotos etc).
  • Chantagem.
  • Expressões ameaçadoras.
  • Grafitagem depreciativa.
  • Usar de sarcasmo evidente para se passar por amigo (para alguém de fora) enquanto assegura o controle e a posição em relação à vítima (isto ocorre com frequência logo após o bully avaliar que a pessoa é uma "vítima perfeita").
  • Fazer que a vítima passe vergonha na frente de várias pessoas.


Em recente caso julgado no Rio Grande do Sul (Proc. nº 70031750094 da 6ª Câmara Cível do TJRS), a mãe do bullie foi condenada civilmente a pagar indenização no valor de R$ 5 mil (cinco mil reais) à vítima. Foi um legítimo caso de cyberbullying, já que o dano foi causado através da Internet, em fotolog (flog) hospedado pelo Portal Terra. No caso, o Portal não foi responsabilizado, pois retirou as informações do ar em uma semana. Não ficou claro, entretanto, se foi uma semana após ser avisado informalmente ou após ser judicialmente notificado.

Alguns casos de bullying entre crianças têm anuência dos próprios pais, como um envolvendo um garoto de 9 anos de Petrópolis. A mãe resolveu tirar satisfação com a criança que constantemente agredia seu filho na escola e na rua, mas o pai do outro garoto, em resposta, procurou a mãe do outro garoto chamado de "boiola" e "magrelo". Ela foi empurrada em uma galeria, atingida no rosto, jogada no chão e ainda teve uma costela fraturada. O caso registrado em um vídeo foi veiculado na internet e ganhou os principais jornais e telejornais brasileiros.

Revolução Industrial

Escola Estadual Adventor Divino de Almeida
Campo Grande,03 de Fevereiro de 2011.
Profª: Vanja
Aluna: Evelyn Nunes         Nº: 12
Componente Curricular: Sociologia
Série: 1ºD              Turno: Vespertino 


A Revolução Industrial consistiu em um conjunto de mudanças tecnológicas com profundo impacto no processo produtivo em nível econômico e social. Iniciada na Inglaterra em meados do século XVIII, expandiu-se pelo mundo a partir do século XIX.
Ao longo do processo que de acordo com alguns autores se registra até aos nossos dias, a era da agricultura foi superada, a máquina foi superando o trabalho humano, uma nova relação entre capital e trabalho se impôs, novas relações entre nações se estabeleceram e surgiu o fenômeno da cultura de massa, entre outros eventos.
Essa transformação foi possível devido a uma combinação de fatores, como o liberalismo econômico, a acumulação de capital e uma série de invenções, tais como o motor a vapor. O capitalismo tornou-se o sistema econômico vigente.Antes da Revolução Industrial, a atividade produtiva era artesanal e manual daí o termo manufatura, no máximo com o emprego de algumas máquinas simples. Dependendo da escala, grupos de artesãos podiam se organizar e dividir algumas etapas do processo, mas muitas vezes um mesmo artesão cuidava de todo o processo, desde a obtenção da matéria-prima até à comercialização do produto final. Esses trabalhos eram realizados em oficinas nas casas dos próprios artesãos e os profissionais da época dominavam muitas (se não todas) etapas do processo produtivo.
A Revolução Industrial ocorreu primeiramente na Europa devido a três fatores: 1) os comerciantes e os mercadores europeus eram vistos como os principais manufaturadores e comerciantes do mundo, detendo ainda a confiança e reciprocidade dos governantes quanto à manutenção da economia em seus estados; 2) a existência de um mercado em expansão para seus produtos, tendo aÍndia, a África, a América do Norte e a América do Sul sido integradas ao esquema da expansão econômica européia; e 3) o contínuo crescimento de sua população, que oferecia um mercado sempre crescente de bens manufaturados, além de uma reserva adequada e posteriormente excedente de mão-de-obra.